Neste, buscarei desenvolver a teoria da não-existencia das fadas, como parte da missão de mostrar que podemos (e devemos) buscar desenvolver teorias da não-existencia de coisas, bem como da existência, inclusive de coisas atualmente desprezadas pela ciência. O intuito é modificar nossa percepção de mundo, e compreender como faz muito mais sentido acreditar na não-existência de fadas, argumentando de modo que a opinião intuitiva da não-existencia das mesmas como fato obvio tenha sua evidenciação em raciocinios e argumentos explicitos debativeis
(traduzindo: não me vem dizer que Deus não existe como fadas não existem, e isso é obvio. Vamos por tudo as claras)
Comecemos...
- -
Fadas:
A crença em fadas é diversificada. Porém, atualmente ela é sustentada principalmente graças a crença de Peter Pan e do seu mundo, com seus diferentes personagens. Um personagem fictício criado por um escritor. Disso há provas.
A crença em fadas é diversificada. Porém, atualmente ela é sustentada principalmente graças a crença de Peter Pan e do seu mundo, com seus diferentes personagens. Um personagem fictício criado por um escritor. Disso há provas.
Devemos nos lembrar que a crença de que fadas existem não é
apenas mínima, na nossa sociedade, como também tem sido alimentada muitas vezes
pelo entretenimento de Peter Pan e outros contos tidos popularmente como
ficticios. O pensamento de que fadas existem pode ser facilmente causado pela
influencia das histórias desses personagens fictícios, que são altamente
populares.
Em primeiro lugar devemos reconhecer que como estamos falando de um grupo muito vasto de crenças, é necessário especificar. Quero provar que as fadas jardineiras não existem, ou dificilmente existem, ao menos como apresentadas.
As fadas jardineiras seriam fadas que supostamente existiriam em jardim, e seriam responsáveis pelo seu desenvolvimento.
É necessário entender que essas fadas, na crença popular apresentada em filmes, não são invisíveis, nem microscópicas, nem ficam invisíveis. Apenas se escondem muito bem.
Essas criaturas adminstrariam os jardins, fazendo flores desabrocharem, dentre outros.
Porém, pretendo trazer provas de que essas fadas não existem.
Primeiramente quero dizer que o numero de indicadores da existência dessas fadas é baixíssimo. Poucas pessoas realmente acreditam em fadas, pelo que sei.
O numero de declaradas testemunhas oculares se difere em muito até mesmo de aliens, por exemplo, pelo que verifiquei em minha experiência de vida.
Porém, elas, tal como descritas anteriormente, são de fácil experimentação. Jardins tem sido observados sem que as vejamos, podemos fazer jardins e coloca-los sob rigorosa observação cientifica, e tenho certeza de que não serão vistas fadas ali.
Além disso, o mundo biológico parece funcionar muito bem sem elas. Flores podem crescer e desenvolver-se muito bem sem elas.
Porém, devemos considerar a morfologia aparente das fadas: são semelhantes a borboletas.
Vistas de longe, borboletas poderiam facilmente ser confundidas com fadas. Creio que isso seria uma mentira relativamente simples e fácil de fazer, e a história da crença pode ter surgido dali.
Uma vez que seria fácil, num bosque florido, dizer “olhe, uma fada” quando se tem muitas borboletas, e devido ao fato já comprovado de que pessoas mentem, especialmente contando coisas boas para pessoas ingênuas, especialmente as crianças, devemos atentar para a teoria da mentira sobre as fadas, que eu agora sustento.
Devemos reconhecer ainda a associação de algumas criaturas polinizadoras como as abelhas e outros insetos, inclusive as borboletas.
Nós temos bases no nosso banco de informação sobre a natureza de que existem borboletas polinizadoras. Essas borboletas de fato estão intimamente ligadas ao crescimento e florescimento de um jardim. Por consequência a crença de que a crença nas fadas é sustentada na verdade pela existência das borboletas, se torna ainda mais viável.
Se uma pessoa dissesse “veja, uma fada!” e uma pessoa ignorante, não podendo examinar a borboleta de perto, a visse, poderia jurar ter visto uma em tempos antigos. Se alguém dissesse “fadas são importantes para os jardins, elas que cuidam dos jardins para que tudo floresça, e fique lindo” a afirmação deles seria razoavelmente verificável e comprovável com a mantida omissão dos detalhes da aparência de uma “fada”, as borboletas de hoje.
Portanto, pensemos nisso e vejamos com aceitação apenas de uma pequena mentira, facilmente causavel por uma pessoa, fadas poderiam ser cridas como jardineiras, tendo lindas asas, morando em jardins, e que jardins se desenvolvem graças a elas.
Tudo isso que falei não prova, é verdade, de que não exista nenhuma fada, mas considerando que a principal razão para se crer que fadas existem no momento é o leve, quase de todo desprezado boato de que elas existem, a crença de que isto é uma lenda tem profunda validade. A nossa certeza de que fadas não existem deve ser esta: alta como a certeza de que qualquer outro animal de morfologia única e de alta improbabilidade de ser vista no nosso mundo, não existe. Porém, não significa que não existe, como se tivéssemos checado cada arvore. Porém, cientes de que a crença tem fortes indícios de ser uma lenda, a crença em fadas parece merecer pouco mais valor do que a crença em qualquer criatura absurdamente estranha que nunca foi comprovadamente vista.
Na nossa ignorância, não podemos dizer em absoluto não existem fadas, mas podemos dizer que há fortes indícios de que as fadas, tal como descritas, não passam de uma lenda bastante fácil de ser formada e sustentada.
Ainda, sobre a razão da crença em fadas, devemos atentar que inclusive sobre Peter Pan, a crença em fadas é incentivavel como manutenção da vida das fadas. Isto é, segundo crenças deste mundo: se alguém diz “eu não creio em fadas” as fadas morrem.
Elas estão associadas também a pó mágico, com a qual podem até fazer outros voarem (o que é estranho que elas tenha, uma vez que elas tem asas que deveriam deixar com que elas voem, sem precisar dessa substancia. Então porque e como teriam?)
O modo como se diz para fazer voar é: crendo que vai voar. Infelizmente, é claro, não podemos provar que fadas não existem só porque a crença é imposta como com uma ameaça da morte de uma criatura dessas. Porém, juntando o fato de que essas crenças são passadas em filmes e desenhos de entretenimento de faz de conta, com incentivos a “acreditarem”, muito embora nós possamos verificar que são histórias bem elaboradas, escritas por roteiristas, com personagens interpretados por atores, desenhistas que desenham as criaturas e as crianças voando, dentre outros, tudo isso como fonte de entretenimento somente, sem intenção de incentivar a crença, que essa história é feita para ser crida de brincadeira. Na chamada brincadeira do “faz de conta”. Eu mesmo já brinquei de faz de conta, e posso garantir que brincar de faz de conta exige certo fingimento de que a história vivia é real.
Assim o sendo, a crença das fadas sendo defendida por um falácia, de que não podemos crer que fadas não existem sem matá-las, trazendo portanto uma ameaça para nos levar a continuar crendo nelas, se torna mais ainda indicavel como falsa.
Sei que isso tudo não prova ainda da não-existência de fadas em absoluto, mas como já dito: a crença das fadas tal como nos é passada nessa cultura (não mencionando outros tipos de conceitos sobre fadas) é explicavel facilmente como uma mera mentira, uma brincadeira, semelhante a do Papai Noel, e que se há alguma fada real diferente das já mencionadas borboletas que se encaixam muito bem com a descrição, as crenças até aqui apresentadas pouco significam em argumento de que tais seres de fato existam, e nossa crença na existência ou não-existência das fadas está muito mais facilmente avaliável na observação comprovada de cientistas, inclusive diante de um mundo cada vez mais e mais explorado e observado, e com mais e mais tecnologias de observação, do que nessas crenças.
Em primeiro lugar devemos reconhecer que como estamos falando de um grupo muito vasto de crenças, é necessário especificar. Quero provar que as fadas jardineiras não existem, ou dificilmente existem, ao menos como apresentadas.
As fadas jardineiras seriam fadas que supostamente existiriam em jardim, e seriam responsáveis pelo seu desenvolvimento.
É necessário entender que essas fadas, na crença popular apresentada em filmes, não são invisíveis, nem microscópicas, nem ficam invisíveis. Apenas se escondem muito bem.
Essas criaturas adminstrariam os jardins, fazendo flores desabrocharem, dentre outros.
Porém, pretendo trazer provas de que essas fadas não existem.
Primeiramente quero dizer que o numero de indicadores da existência dessas fadas é baixíssimo. Poucas pessoas realmente acreditam em fadas, pelo que sei.
O numero de declaradas testemunhas oculares se difere em muito até mesmo de aliens, por exemplo, pelo que verifiquei em minha experiência de vida.
Porém, elas, tal como descritas anteriormente, são de fácil experimentação. Jardins tem sido observados sem que as vejamos, podemos fazer jardins e coloca-los sob rigorosa observação cientifica, e tenho certeza de que não serão vistas fadas ali.
Além disso, o mundo biológico parece funcionar muito bem sem elas. Flores podem crescer e desenvolver-se muito bem sem elas.
Porém, devemos considerar a morfologia aparente das fadas: são semelhantes a borboletas.
Vistas de longe, borboletas poderiam facilmente ser confundidas com fadas. Creio que isso seria uma mentira relativamente simples e fácil de fazer, e a história da crença pode ter surgido dali.
Uma vez que seria fácil, num bosque florido, dizer “olhe, uma fada” quando se tem muitas borboletas, e devido ao fato já comprovado de que pessoas mentem, especialmente contando coisas boas para pessoas ingênuas, especialmente as crianças, devemos atentar para a teoria da mentira sobre as fadas, que eu agora sustento.
Devemos reconhecer ainda a associação de algumas criaturas polinizadoras como as abelhas e outros insetos, inclusive as borboletas.
Nós temos bases no nosso banco de informação sobre a natureza de que existem borboletas polinizadoras. Essas borboletas de fato estão intimamente ligadas ao crescimento e florescimento de um jardim. Por consequência a crença de que a crença nas fadas é sustentada na verdade pela existência das borboletas, se torna ainda mais viável.
Se uma pessoa dissesse “veja, uma fada!” e uma pessoa ignorante, não podendo examinar a borboleta de perto, a visse, poderia jurar ter visto uma em tempos antigos. Se alguém dissesse “fadas são importantes para os jardins, elas que cuidam dos jardins para que tudo floresça, e fique lindo” a afirmação deles seria razoavelmente verificável e comprovável com a mantida omissão dos detalhes da aparência de uma “fada”, as borboletas de hoje.
Portanto, pensemos nisso e vejamos com aceitação apenas de uma pequena mentira, facilmente causavel por uma pessoa, fadas poderiam ser cridas como jardineiras, tendo lindas asas, morando em jardins, e que jardins se desenvolvem graças a elas.
Tudo isso que falei não prova, é verdade, de que não exista nenhuma fada, mas considerando que a principal razão para se crer que fadas existem no momento é o leve, quase de todo desprezado boato de que elas existem, a crença de que isto é uma lenda tem profunda validade. A nossa certeza de que fadas não existem deve ser esta: alta como a certeza de que qualquer outro animal de morfologia única e de alta improbabilidade de ser vista no nosso mundo, não existe. Porém, não significa que não existe, como se tivéssemos checado cada arvore. Porém, cientes de que a crença tem fortes indícios de ser uma lenda, a crença em fadas parece merecer pouco mais valor do que a crença em qualquer criatura absurdamente estranha que nunca foi comprovadamente vista.
Na nossa ignorância, não podemos dizer em absoluto não existem fadas, mas podemos dizer que há fortes indícios de que as fadas, tal como descritas, não passam de uma lenda bastante fácil de ser formada e sustentada.
Ainda, sobre a razão da crença em fadas, devemos atentar que inclusive sobre Peter Pan, a crença em fadas é incentivavel como manutenção da vida das fadas. Isto é, segundo crenças deste mundo: se alguém diz “eu não creio em fadas” as fadas morrem.
Elas estão associadas também a pó mágico, com a qual podem até fazer outros voarem (o que é estranho que elas tenha, uma vez que elas tem asas que deveriam deixar com que elas voem, sem precisar dessa substancia. Então porque e como teriam?)
O modo como se diz para fazer voar é: crendo que vai voar. Infelizmente, é claro, não podemos provar que fadas não existem só porque a crença é imposta como com uma ameaça da morte de uma criatura dessas. Porém, juntando o fato de que essas crenças são passadas em filmes e desenhos de entretenimento de faz de conta, com incentivos a “acreditarem”, muito embora nós possamos verificar que são histórias bem elaboradas, escritas por roteiristas, com personagens interpretados por atores, desenhistas que desenham as criaturas e as crianças voando, dentre outros, tudo isso como fonte de entretenimento somente, sem intenção de incentivar a crença, que essa história é feita para ser crida de brincadeira. Na chamada brincadeira do “faz de conta”. Eu mesmo já brinquei de faz de conta, e posso garantir que brincar de faz de conta exige certo fingimento de que a história vivia é real.
Assim o sendo, a crença das fadas sendo defendida por um falácia, de que não podemos crer que fadas não existem sem matá-las, trazendo portanto uma ameaça para nos levar a continuar crendo nelas, se torna mais ainda indicavel como falsa.
Sei que isso tudo não prova ainda da não-existência de fadas em absoluto, mas como já dito: a crença das fadas tal como nos é passada nessa cultura (não mencionando outros tipos de conceitos sobre fadas) é explicavel facilmente como uma mera mentira, uma brincadeira, semelhante a do Papai Noel, e que se há alguma fada real diferente das já mencionadas borboletas que se encaixam muito bem com a descrição, as crenças até aqui apresentadas pouco significam em argumento de que tais seres de fato existam, e nossa crença na existência ou não-existência das fadas está muito mais facilmente avaliável na observação comprovada de cientistas, inclusive diante de um mundo cada vez mais e mais explorado e observado, e com mais e mais tecnologias de observação, do que nessas crenças.
A crença da improbabilidade da existência de criaturas tão
morfológicamente diferentes das demais borboletas, indica a não-existência das
fadas, indicando a não-existência das mesmas, é portanto muito mais digna de
crédito por enquanto. Portanto a crença mais razoável, devido não apenas a
ausência de provas diante de testemunhas, mas da quase absoluta falta de
testemunhas e da fácil anulação das poucas razões conhecidas para se crer em
fadas, é a de que fadas não existem. CREIO QUE FADAS NÃO EXISTEM.
Crente dessa afirmação ser danosa para fadas, se de fato existirem, mesmo assim o declaro, e prefiro que seja dito publicamente, de modo que se alguém puder me provar o contrario, mostrando-me por exemplo uma fada morta, o meu ato terá cooperado para que se prove a existência de fadas e que elas não mais morram. Digo-o publicamente também porque ciente de que se fadas não passarem de uma mentira, uma mentira “morre”, é anulada, toda vez que alguém nega-a. Por isso serei incentivador mais e mais da crença de que fadas não existem, até que se prove da existência delas. Se, existindo elas e alguém interessado me ouvir, e se interessar e puder provar que estou enganado, que o prove.
Isto tudo digo sobre o meu direito de falar contra a crença de existência de fadas, e contra crenças que são facilmente indicáveis como falsas, mas não provadamente. Não temos razão para termos certeza absoluta, mas temos razão para ter alto grau de confiança, com base em dados. Sim, é esta a minha teoria da não-existencia das fadas, sendo desenvolvida.
Crente dessa afirmação ser danosa para fadas, se de fato existirem, mesmo assim o declaro, e prefiro que seja dito publicamente, de modo que se alguém puder me provar o contrario, mostrando-me por exemplo uma fada morta, o meu ato terá cooperado para que se prove a existência de fadas e que elas não mais morram. Digo-o publicamente também porque ciente de que se fadas não passarem de uma mentira, uma mentira “morre”, é anulada, toda vez que alguém nega-a. Por isso serei incentivador mais e mais da crença de que fadas não existem, até que se prove da existência delas. Se, existindo elas e alguém interessado me ouvir, e se interessar e puder provar que estou enganado, que o prove.
Isto tudo digo sobre o meu direito de falar contra a crença de existência de fadas, e contra crenças que são facilmente indicáveis como falsas, mas não provadamente. Não temos razão para termos certeza absoluta, mas temos razão para ter alto grau de confiança, com base em dados. Sim, é esta a minha teoria da não-existencia das fadas, sendo desenvolvida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário